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Lado Oeste Cervejas

 

Todos os textos de divulgação dos mais de cem rótulos do Lado Oeste Cervejas (entre importadas e artesanais brasileiras) terminam com a frase “disponível em Campo Grande/RJ”.

Tanto a ideia do nome do charmoso e aconchegante espaço, como a citada frase, é exatamente criar um laço não apenas geográfico, mas principalmente afetivo, com a região: a zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, em especial o bairro de Campo Grande.

O objetivo, segundo André Soeiro, proprietário do Lado Oeste, é trazer o conceito para a região, que em outros pontos da cidade já é bastante disseminado.

Não é um bar, nem um pub, é uma loja que vende cervejas,

como ressalta André, mas que conta também com três mesas e um amplo balcão para quem quiser beber as cervejas e, principalmente, conversar com o dono do espaço sobre elas. É comum chegarmos ao balcão e virmos André explicando a algum cliente detalhes sobre a cerveja, a sua composição, origem, histórias curiosas e ainda qual a cerveja (ou o chope, são três torneiras) vai combinar com o gosto do cliente. Para comer, vários petiscos, muitos deles da culinária alemã. Entre os rótulos, a maioria é de belgas, como a Deuce, a Rochefort e a Tripel Karmeliet, americanas, escocesas e algumas artesanais brasileiras, como a Coruja/SC.

O charme e o aconchego do espaço, como foi dito, estão presentes em vários aspectos, a começar pela temperatura, sempre agradável, por mais calor que se faça lá fora (e a zona oeste carioca é quente!). Também chamam a atenção os vários cartazes, entre eles, referências a filmes ´cult´, como Pulp Fiction; fotos antigas da zona oeste, cortesia do Ernesto do Chopp da Villa, também no bairro, além de muitos livros para vender ou folhear. Não podemos esquecer alguns modelos de rádios antigos, expostos na parte de cima. Tudo muito harmonizado, para usar uma linguagem comum entre os frequentadores de espaços como este.

Para culminar, a música sempre em um volume agradável e com um playlist que varia entre rock, MPB, jazz, blues, sambas e até marchinhas de carnaval. Tudo isso embalado pelo lema “velocidade, cerveja e cultura”.

por André Luis Mansur
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